Hoje foi um dia muito bacana, ficamos felizes em rever pessoas conhecidas e também por conhecer novas famílias!
Obrigada, Objeto Encontrado galeria Café pelo espaço!
O café e a torta de cheesecake com calda de framboesa. De revirar os olhos!
Grávidas prestando atenção, garantindo o sling do enxoval!
Você sabia que algumas culturas simplesmente desconhecem a existência de cólicas nos bebês?
Curioso, não? Leia este artigo!
A cólica - Por Dr. González
Os bebês ocidentais costumam chorar bastante durante os primeiros meses, o que se conhece como cólica do lactente ou cólica do primeiro trimestre. Cólica é a contração espasmódica e dolorosa de uma víscera oca; há cólicas dos rins, da vesícula e do intestino. Como o lactente não é uma vesícula oca e o primeiro trimestre muito menos, o nome logo de cara não é muito feliz. Chamavam de cólica porque se acreditava que doía a barriga dos bebês; mas isso é impossível saber. A dor não se vê, tem de ser explicada pelo paciente. Quando perguntam a eles: “por que você está chorando?”, os bebês insistem em não responder; quando perguntam novamente anos depois, sempre dizem que não se lembram. Então ninguém sabe se está doendo a barriga, ou a cabeça, ou as costas, ou se é coceira na sola dos pés, ou se o barulho está incomodando, ou simplesmente se estão preocupados com alguma notícia que ouviram no rádio. Por isso, os livros modernos frequentemente evitam a palavra cólica e preferem chamar de choro excessivo na infância. É lógico pensar que nem todos os bebês choram pelo mesmo motivo; alguns talvez sintam dor na barriga, mas outro pode estar com fome, ou frio, ou calor, e outros (provavelmente a maioria) simplesmente precisam de colo.
Tipicamente, o choro acontece sobretudo à tarde, de seis às dez, a hora crítica. Às vezes de oito à meia-noite, às vezes de meia-noite às quatro, e alguns parecem que estão a postos vinte e quatro horas por dia. Costuma começar depois de duas ou três semanas de vida e costuma melhorar por volta dos três meses (mas nem sempre).
Quando a mãe amamenta e o bebê chora de tarde, sempre há alguma alma caridosa que diz: “Claro! De tarde seu leite acaba!”. Mas então, por que os bebês que tomam mamadeira têm cólicas? (a incidência de cólica parece ser a mesma entre os bebês amamentados e os que tomam mamadeira). Por acaso há alguma mãe que prepare uma mamadeira de 150 ml pela manhã e de tarde uma de 90 ml somente para incomodar e para fazer o bebê chorar? Claro que não! As mamadeiras são exatamente iguais, mas o bebê que de manhã dormia mais ou menos tranquilo, à tarde chora sem parar. Não é por fome.
“Então, por que minha filha passa a tarde toda pendurada no peito e por que vejo que meus peitos estão murchos?” Quando um bebê está chorando, a mãe que dá mamadeira pode fazer várias coisas: pegar no colo, embalar, cantar, fazer carinho, colocar a chupeta, dar a mamadeira, deixar chorar (não estou dizendo que seja conveniente ou recomendável deixar chorar, só digo que é uma das coisas que a mãe poderia fazer). A mãe que amamenta pode fazer todas essas coisas (incluindo dar uma mamadeira e deixar chorar), mas, além disso, pode fazer uma exclusiva: dar o peito. A maioria das mães descobrem que dar de mamar é a maneira mais fácil e rápida de acalmar o bebê (em casa chamamos o peito de anestesia), então dão de mamar várias vezes ao longo da tarde. Claro que o peito fica murcho, mas não por falta de leite, mas sim porque todo o leite está na barriga do bebê. O bebê não tem fome alguma, pelo contrário, está entupido de leite.
Se a mãe está feliz em dar de mamar o tempo todo e não sente dor no mamilo (se o bebê pede toda hora e doem os mamilos, é provável que a pega esteja errada), e se o bebê se acalma assim, não há inconveniente. Pode dar de mamar todas as vezes e todo o tempo que quiser. Pode deitar na cama e descansar enquanto o filho mama. Mas claro, se a mãe está cansada, desesperada, farta de tanto amamentar, e se o bebê está engordando bem, não há inconveniente que diga ao pai, à avó ou ao primeiro voluntário que aparecer: “pegue este bebê, leve para passear em outro cômodo ou na rua e volte daqui a duas horas”. Porque se um bebê que mama bem e engorda normalmente mama cinco vezes em duas horas e continua chorando, podemos ter razoavelmente a certeza de que não chora de fome (outra coisa seria um bebê que engorda muito pouco ou que não estava engordando nada até dois dias atrás e agora começa a se recuperar: talvez esse bebê necessite mamar muitíssimas vezes seguidas). E sim, se pedir para alguém levar o bebê para passear, aproveite para descansar e, se possível, dormir. Nada de lavar a louça ou colocar em dia a roupa para passar, pois não adiantaria nada.
Às vezes, acontece de a mãe estar desesperada por passar horas dando de mamar, colo, peito, colo e tudo de novo. Recebe seu marido como se fosse uma cavalaria: “por favor, faça algo com essa menina, pois estou ao ponto de ficar doida”. O papai pega o bebê no colo (não sem certa apreensão, devido às circunstâncias), a menina apoia a cabecinha sobre seu ombro e “plim” pega no sono. Há várias explicações possíveis para esse fenômeno. Dizem que nós homens temos os ombros mais largos, e que se pode dormir melhor neles. Como estava há duas horas dançando, é lógico que a bebê esteja bastante cansada. Talvez precisasse de uma mudança de ares, quer dizer, de colo (e muitas vezes acontece o contrário: o pai não sabe o que fazer e a mãe consegue tranquilizar o bebê em segundos).
Tenho a impressão (mas é somente uma teoria minha, não tenho nenhuma prova) de que em alguns casos o que ocorre é que o bebê também está farto de mamar. Não tem fome, mas não é capaz de repousar a cabeça sobre o ombro de sua mãe e dormir tranqüilo. É como se não conhecesse outra forma de se relacionar com sua mãe a não ser mamando. Talvez se sinta como nós quando nos oferecem nossa sobremesa favorita depois de uma opípara refeição. Não temos como recusar, mas passamos a tarde com indigestão. No colo da mamãe é uma dúvida permanente entre querer e poder; por outro lado, com papai, não há dúvida possível: não tem mamá, então é só dormir.
Minha teoria tem muitos pontos fracos, claro. Para começar, a maior parte dos bebês do mundo estão o dia todo no colo (ou carregados nas costas) de sua mãe e, em geral, descansam tranquilos e quase não choram. Mas talvez esses bebês conheçam uma outra forma de se relacionar com suas mães, sem necessidade de mamar. Em nossa cultura fazemos de tudo para deixar o bebê no berço várias horas por dia; talvez assim lhes passemos a idéia de que só podem estar com a mãe se for para mamar.
Porque o certo é que a cólica do lactente parece ser quase exclusiva da nossa cultura. Alguns a consideram uma doença da nossa civilização, a consequência de dar aos bebês menos contato físico do que necessitam. Em outras sociedades o conceito de cólica é desconhecido. Na Coreia, o Dr. Lee não encontrou nenhum caso de cólica entre 160 lactentes. Com um mês de idade, os bebês coreanos só passavam duas horas por dia sozinhos contra as dezesseis horas dos norteamericanos. Os bebês coreanos passavam o dobro do tempo no colo que os norteamericanos e suas mães atendiam praticamente sempre que choravam. As mães norteamericanas ignoravam deliberadamente o choro de seus filhos em quase a metade das vezes.
No Canadá, Hunziker e Barr demonstraram que se podia prevenir a cólica do lactente recomendando às mães que pegassem seus bebês no colo várias horas por dia. É muito boa idéia levar os bebês pendurados, como fazem a maior parte das mães do mundo. Hoje em dia é possível comprar vários modelos de carregadores de bebês nos quais ele pode ser levado confortavelmente em casa e na rua (slings). Não corra para colocar o bebê no berço assim que ele adormecer; ele gosta de estar com a mamãe, mesmo quando está dormindo. Não espere que o bebê comece a chorar, com duas ou três semanas de vida, para pegá-lo no colo; pode acontecer de ter “passado do ponto” e nem no colo ele se acalmar. Os bebês necessitam de muito contato físico, muito colo, desde o nascimento. Não é conveniente estarem separados de sua mãe, e muito menos sozinhos em outro cômodo. Durante o dia, se o deixar dormindo um pouco em seu bercinho, é melhor que o bercinho esteja na sala; assim ambos (mãe e filho) se sentirão mais seguros e descansarão melhor.
A nossa sociedade custa muito a reconhecer que os bebês precisam de colo, contato, afeto; que precisam da mãe. É preferível qualquer outra explicação: a imaturidade do intestino, o sistema nervoso... Prefere-se pensar que o bebê está doente, que precisa de remédios. Há algumas décadas, as farmácias espanholas vendiam medicamentos para cólicas que continham barbitúricos (se fazia efeito, claro, o bebê caía duro). Outros preferem as ervas e chás, os remédios homeopáticos, as massagens. Todos os tratamentos de que tenho notícia têm algo em comum: tem de tocar no bebê para dá-lo. O bebê está no berço chorando; a mãe o pega no colo, dá camomila e o bebê se cala. Teria seacalmado mesmo sem camomila, com o peito, ou somente com o colo. Se, ao contrário, inventassem um aparelho eletrônico para administrar camomila, ativado pelo som do choro do bebê, uma microcâmera que filmasse o berço, um administrador que identificasse a boca aberta e controlasse uma seringa que lançasse um jato de camomila direto na boca... Acredita que o bebê se acalmaria desse modo? Não é a camomila, não é o remédio homeopático! É o colo da mãe que cura a cólica.
Pai também precisa dar colo!
É impossível estragar um bebê dando-lhe muita atenção. Estragar significa prejudicá-lo. Estragar uma criança é bater nela, insultá-la, ridicularizá-la, ignorar seu choro. Contrariamente, dar atenção, dar colo, acariciá-la, consolá-la, falar com ela, beijá-la, sorrir para ela são e sempre foram uma maneira de criá-la bem, não de estragá-la.
Não existe nenhuma doença mental causada por um excesso de colo, de carinho, de afagos... Não há ninguém na prisão, ou no hospício, porque recebeu colo demais , ou porque cantaram canções de ninar demais para ele, ou porque os pais deixaram que dormisse com eles. Por outro lado, há, sim, pessoas na prisão ou no hospício porque não tiveram pais, ou porque foram maltratados, abandonados ou desprezados pelos pais. E, contudo, a prevenção dessa doença mental imaginária, o estrago infantil crônico , parece ser a maior preocupação de nossa sociedade. E se não, amiga leitora, relembre e compare: quantas pessoas, desde que você ficou grávida, avisaram da importância de colocar protetores de tomada, de guardar em lugar seguro os produtos tóxicos, de usar uma cadeirinha de segurança no carro ou de vacinar seu filho contra o tétano? Quantas pessoas, por outro lado, avisaram para você não dar muito colo, não colocar para dormir na sua cama, não acostumar mal o bebê?
Lee K. The crying pattern of Korean infants and related factors. Dev Med Child Neurol. 1994; 36:601-7
Quando se fala em sling (ou se digita "sling" no google), a primeira imagem que aparece é o famoso sling de argolas. Muita gente até se surpreende quando descobre que existem vários tipos de slings, que o de argolas é apenas um destes tipos. As pessoas ficam curiosas e acabam tentando descobrir qual seria o tipo ideal para si e para seu bebê.
Mas e quando a pessoa não pesquisa e vai direto na loja comprar?
Se pesquisar na internet tem mais chances de se deparar com mais informações. Se for procurar sling na rua e no comércio comum, as chances de encontrar somente a opção do sling de argolas é grande. É o mais difícil de obter os materiais corretos, principalmente as benditas argolas. E como ao que parece, muitas empresas "grandes" que confeccionam slings não se deram ao mínimo trabalho de pesquisar sobre os melhores materiais e saem fazendo slings até hoje com materiais inadequados, são estes produtos fora dos padrões que muitas pessoas vão encontrar, seja em lojas físicas, seja na própria internet.
Como são empresas consideradas grandes em vista da maioria dos produtores artesanais, como nós, elas conseguem atender em grandes escala as lojas de artigos para bebês e gestantes. Conseguem investir em propaganda, links patrocinados, etc. Mas, por outro lado, estas mesmas empresas não conseguem investir em manuais de instrução bons, nem conseguem fazer com que os vendedores de lojas comuns saibam orientar os consumidores do produto corretamente. Por que será? De uma coisa eu sei: NÃO É CULPA DO SLING DE ARGOLAS, e sim do modo como é feito.
Nestes mais de 6 anos atendendo as pessoas com seus slings nas nossas palestras, até hoje nunca houve um encontro sequer em que não tenha aparecido alguém com um sling de argolas simplesmente impossível de usar. Os difíceis, porém não impossíveis, aparecem também. E os completamente inseguros ultimamente tem diminuído, mas vez ou outra marcam presença, para decepção de quem pagou ( e caro) por um deles.
O que é um sling de argolas completamente inseguro?
É um sling feito com argolas de plástico, madeira, acrílico, bijuteria; tecidos muito ralos (com gramatura baixíssima), com costuras insuficientes ou muito estreitos.Às vezes, no mesmo sling, aparecem argolas ruins + tecido péssimo. Um deles se desfez nas mãos do dono enquanto ele tentava ajustar. Imaginem só.
O que é um sling de argolas difícil?
É um sling fora dos padrões, mas que também não irá arrebentar de uma hora para outra. São difíceis por que às vezes combinam argolas até razoáveis, embora inapropriadas (como as de ferros revestidas por um banho de zinco, as achatadas porém fortes) com tecidos também difíceis. Tecidos difíceis para slings são os tecidos grossos ou que esticam. Pra quem não entende de tecido fica difícil mensurar o que seja um tecido grosso. Então, vamos pensar em tecidos de roupa que a maioria das pessoas conhece.
Imagine sua calça jeans. É um tecido grosso, pesado. É muito comum aparecerem slings de brim e sarja, que são tecidos bem fortes e parecidos com o jeans, são mais flexíveis, porém pesados. Mesmo com a melhor das argolas é um tecido difícil de manusear entre elas. Complica e muito a tarefa. Existem versões mais leves destes tecidos que são ótimos para slings, mas os pesados, definitivamente, são uma péssima escolha. Depois de umas 15 lavagens podem até melhorar um pouco. Fica a dica pra quem tem um sling de tecido grossão com argolas boas: lave sem dó várias vezes que de repente ele fica manso.
Tecidos elásticos, que esticam no sentido do comprimento, dificultam enormemente e são completamente inapropriados. Malhas estão fora de cogitação: nunca funcionam no sling de argolas.
Argola achatada. Tecido que estica. Combinação desastrosa; além de inseguro, não oferece ajuste. Imagem original publicada aqui.
Os melhores são 100% algodão, se tiver elastano que seja no máximo 3% e que estique só pros lados. Os mais utilizados com sucesso são as tricolines (tecido para camisas masculinas); percal (tecido para lençol, desde que tenham mais de 200 fios por centímetro); as mesclas de algodão, que se parecem com jeans por terem fios de cores diferentes (na horizontal vai o fio azul ou preto, na vertical vai o fio branco), porém são fios mais finos e o tecido é leve, sarjas e brins leves. Cambraias podem funcionar também, dependendo da gramatura. É preferível não arriscar com as cambraias, pois são muito fininhas. Linho pode funcionar também, mas até o modo que amassam atrapalha entre as argolas, preferimos não usar. São todos tecidos de algodão, tecidos rígidos, planos e que não deformam ao serem esticados. Suportam bem as costuras, mas também não são indestrutíveis: precisam ficar absolutamente longe de água sanitária e produtos abrasivos.
Resumindo: tecido grosso + argolas boas têm chance remota de funcionar. Tecido grosso + argolas achatadas e/ou pequenas, sem chance.
Argolas ruins: pequenas, achatadas, com emendas grosseiras. Normalmente são feitas de ferro com algum revestimento químico que as façam brilhar. Este revestimento sempre será feito com algum produto inadequado que quando o sling vai pra máquina de lavar contaminará a água da lavagem. Este revestimento pode ser níquel, zinco ou cromo. Só metal pesado e tóxico. A argola não é fraca, mas não foi fabricada para sling, e sim para selaria (barata). A maioria tem emendas. Algumas grosseiras, capazes de ferir o tecido.
Argolas perigosas: de plástico, de bijuteria, de madeira, de acrílico. Não oferecem resistência, podem arrebentar. As argolas de plástico podem ser usadas para sling de brinquedos. As de acrílico e madeira, nem para este fim, pois irão quebrar cedo ou cedo.
Argolas apropriadas: de nylon, de aço inox e de alumínio. As que usamos são de nylon e alumínio por que são mais leves.
É um sling feito com tecido rígido porém leve, de boa gramatura e boas costuras. Deve ter a largura mínima de 70cms. Dependendo do tamanho das argolas não deve ultrapassar os 90cms de largura. O comprimento dele vai depender do adulto que vai usar. A maioria dos fabricantes confecciona nos tamanhos pequeno, médio e grande. As argolas sempre serão de fabricação exclusiva para sling. Isto significa que o fabricante destas argolas sabe que estas serão utilizadas para carregar um bebê, uma vida preciosa! Suportarão peso, impactos, mudanças bruscas de temperatura; que serão lavadas muitas vezes e que precisam ser atóxicas. O diâmetro e a espessura delas seguem padrões internacionais de segurança. Fabricantes de argolas para slings submetem seus produtos a testes de laboratório e de controle de qualidade. Não é uma argolas feita sabe-se lá pra quê.
E se mesmo tendo um sling ótimo eu não conseguir usar?
Só existe um tipo de pessoa que não consegue usar um sling: aquela que desiste. Por que qualquer sling vai exigir um pouco de prática, mas o sling de argolas vai exigir mais. A grande vantagem dele, que é ajustar, acaba sendo a desvantagem para pessoas que não terão paciência. Ou acaba sendo a grande vantagem para quem terá calma e um pouquinho de perseverança. Se eu tivesse de escolher um único sling na minha vida, seria certamente o de argolas. Por que ajusta, por que meu marido pode usar o mesmo sling que eu, é só ajustar, por que pode ser ajustado durante o uso, por que tem um bolso onde eu guardo objetos pequenos em passeios curtos, por que com o pano que sobra eu protejo meu bebê do vento, de olhares indiscretos enquanto eu amamento _ sim, é possível amamentar com um sling_ , e por que, como os outros tipos de sling, eu acho lindo e estiloso, por que meus braços ficam livres, por que o bebê adora dormir no sling, por que vou usar até mais de dois anos de idade do bebê (em geral os slings suportam até 20 kg de criança, o que é equivalente ao peso de uma criança de 3 anos ou mais), por que andar de carrinho nas calçadas horríveis da minha cidade não dá, por que preciso fazer compras com o bebê, por que às vezes utilizo o transporte público e sem o sling não consigo, por que preciso segurar na mãozinha do meu filho maior enquanto carrego o bebê, por que gosto de ter meu filhinho juntinho de mim e sei que colo nunca, nunca é demais!
Não sei se meu filho vai se adaptar ao sling
Ai, eu não gosto desta expressão, sabiam? Ora, o sling imita o útero e o colo, se seu filho não tivesse se adaptado ao útero não teria nem nascido, se ele não gosta de colo, aí eu não sei, pode até ser, não duvido, mas será???? Será?????
Existe, sim, muito adulto que não gosta de sling. Todo mundo tem o direito de amar ou de odiar o que quiser, não é mesmo? E tem gente que não se sente bem com a criança colada ao peito, juntinha de si. Isto não sou eu quem devo entender e nem posso especular nada sobre isto, só posso dizer que o adulto tenso e incomodado passa este incômodo e esta ansiedade pra criança na hora! A se a pessoa começa a usar o sling depois que o bebê já está bem espertinho, depois de uns 2 meses ou mais, a tendência é a criança estranhar mesmo. Quem desiste nunca vai saber como é bom carregar o bebê pra todo lado no sling. Quem persevera faz assim:
Procura um momento calmo, em que ambos estejam calmos, com a criança saciada, após o banho é a melhor hora pra começar;
Fica longe de qualquer pessoa ansiosa que atrapalhe.
Assiste aos vídeos de manuais com atenção, com humildade. Não subestime o ajuste correto: é preciso ajustar bem antes de tentar colocar a criança no sling.
Observa o comportamento da criança para ver se a posição escolhida está agradando. Tenta outras posições se for preciso.
Não fica parado! Age com naturalidade, caminha, dança e/ou canta suavemente. Interage com a criança.
Se não deu certo hoje, tenta de novo mais tarde. Não é por que hoje não deu certo que nunca mais vai dar. Pode ser que aquele momento não seja o melhor, só isso!
Pede ajuda, dificilmente alguém que saiba usar o sling vai negar auxílio. Um slingueiro nunca quer ser sozinho, quer ver todo mundo slingando e sendo feliz!
Um vídeo de como ajustar: olha eu aí com o André na barriga!
Nestes últimos dias estivemos preparando novidades pra encher nossa lojinha virtual com cores e estampas legais e criativas. Lógico que algumas já bem conhecidas e queridas estão de volta também, mas como é bom ver a página toda colorida e com novas fotos! Seguem algumas aqui só pra dar o gostinho. Lembrando que ainda teremos outras pra fazer ainda esta semana. E que nossa palestra já tem data: 25 de janeiro na Boobambu (Academia bodytech do Sudoeste) entre 10h e meio dia como sempre!
O link direto pra nossa loja está aqui!
Amarelo Siciliano: alegre, fresquinho, vivo e unissex!
amarelo siciliano, com um aplique simplesmente bárbaro! São fitinhas do Senhor do Bonfim, baianinhas, capoeiristas... Pirei quando vi esta estampa (pode perguntar pra vendedora de tecidos, kkk)
Azul celeste com outra estampa maravilhosa: esta é em Homenagem ao Rio de janeiro (cidade que eu amo de paixão e onde tem muitos slings nossos passeando). Uma fofura!
Vamos ler, né gente? Menino no sling e livro na mão!
Os papais não resistem: a cor é neutra e os carrinhos são fófis demais! São só viaturas: ambulância, carro de polícia e de bombeiros.
Quem não gosta de música? O pretinho básico está com esta nova estampa musical, com o pentagrama! (Considere que as cores escuras absorvem mais calor)
Verde com estampa de listras bem coloridas: parece algo assim meio mexicano. E pra encher os olhos!
Ah, vermelho... chegar em qualquer lugar com um sling assim é pra arrasar!
Este amarelo aí é o dry fit, aquele tecido sintético furadinho que não retém calor e ainda pode molhar que seca rapidinho
Tem como não sorrir pra este fofo? este é o Andrezinho, nosso caçula!
Vai slingando e vai dando de mamar!
Dá pra ver os furinhos do tecido sintético(dryfit)!
Olha o detalhe desta estampa: parece ter sido pintada à mão!
Já viram a novidade? Até o dia 31 de dezembro nossos slings + DVD explicativo estarão com FRETE GRÁTIS via PAC! Válido para todo o Brasil!
Para as entregas em domicílio, a taxa de entrega será calculada a depender do local. Pelos Correios, sem custo algum! Confira na loja do elo7: www.elo7.com.br/bsbslings
Nossa última Palestra na Boobambu neste ano maravilhoso de 2013 tem data:sábado dia 14, entre 10h e meio dia!
A Boobambu agora fica dentro da Academia Body Tech do Sudoeste, ao lado da Casa Thomas Jefferson entre as quadras 301 e 302.
Excelente oportunidade para quem quer adquirir seu sling e já sair de lá sabendo usar!
Levaremos vários, de várias cores, com várias estampas novas e as mais desejadas também.
Nos vemos por lá! Beijo grande!
Nosso encontro de novembro tem novidade: NOVO LOCAL!
Continua sendo na Boobambu, só que agora eles estão em novo local: dentro da Academia Bodytech, no Sudoeste!
Estamos super felizes com esta parceria maravilhosa entre estas duas empresas que prezam tanto pela excelência.
Então, dia 23 teremos nossa tradicional palestra em novo local, no mesmo horário de sempre, entre 10h e meio dia.
A Academia Bodytech do Sudoeste fica entre as quadras 301/302, pertinho da Casa Thomas Jefferson. E a Boobambu está lá dentro, agora!
Levaremos vários slings, e aguardamos todo mundo lá!
Beijos!
Att,
Maristela, Odilson, e agora também o Andrezinho que chegou há pouco tempo!